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  • Riscos psicossociais no eSocial: o que já aparece e o que está por vir?

    Riscos psicossociais no eSocial: o que já aparece e o que está por vir?

    Nos últimos anos, o eSocial evoluiu de um sistema de obrigações acessórias para se tornar uma poderosa ferramenta de fiscalização integrada — reunindo dados de saúde, segurança, previdência e trabalhistas em uma única base.

    Com a crescente valorização da saúde mental no ambiente de trabalho, a discussão sobre a presença de riscos psicossociais no eSocial ganhou força. Mas afinal: o que já está sendo exigido? O que ainda vai entrar? E como sua empresa deve se preparar?

    Leia também: saude-mental-no-trabalho-1

    Neste artigo, a Sandora responde essas perguntas com base na legislação vigente, nas movimentações do governo e nas tendências para os próximos anos.


    O que é o eSocial?

    O eSocial é um sistema do Governo Federal que unifica o envio de informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais por parte das empresas. Ele integra dados da Receita Federal, Ministério do Trabalho, INSS e Caixa Econômica.

    Na área de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), o eSocial exige atualmente o envio de:

    • S-2210: Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)
    • S-2220: Monitoramento da Saúde do Trabalhador
    • S-2240: Condições Ambientais de Trabalho — Fatores de Risco

    É nesse último — o S-2240 — que entra a discussão sobre riscos psicossociais.


    O que já aparece no eSocial sobre riscos psicossociais?

    Atualmente, o evento S-2240 exige que a empresa informe quais riscos ocupacionais estão presentes no ambiente de trabalho de cada colaborador, conforme os códigos da Tabela 23.

    Hoje, os riscos psicossociais ainda não estão listados de forma explícita nessa tabela. Porém:

    Já existem discussões técnicas sobre a inclusão de fatores psicossociais no S-2240, como “pressão por produtividade”, “assédio moral”, “ritmo excessivo” e “conflito interpessoal”.

    Empresas que já registram esses riscos em seu PGR (como manda a NR-01) estão mais preparadas para preencher corretamente o eSocial quando (e não se) essas exigências forem ampliadas.

    A Lei 14.457/22, em vigor, obriga empresas com CIPA a implementar medidas de prevenção a assédio e violência — o que, inevitavelmente, se conecta aos dados do eSocial e da fiscalização cruzada entre os órgãos.


    O que está por vir?

    Especialistas em SST e compliance apontam que as próximas fases do eSocial devem incluir:

    • Novos códigos na Tabela 23 para riscos psicossociais
    • Integração com denúncias trabalhistas e dados da CAT relacionados a assédio
    • Cruzamento com dados de afastamentos (INSS) por burnout, depressão e ansiedade
    • Exigência de planos de ação preventivos documentados no PGR
    • Adoção de indicadores de clima organizacional e bem-estar

    Como sua empresa pode se preparar?

    Mesmo sem exigência explícita no eSocial, ignorar os riscos psicossociais é uma escolha arriscada. Veja como agir agora:

    1. Mapeie os riscos psicossociais reais com ferramenta validada (como o HSE-IT)
    2. Inclua esses riscos no seu PGR, como determina a NR-01
    3. Crie um canal de escuta e resposta a denúncias de assédio e sofrimento mental
    4. Treine gestores e líderes para prevenir e atuar corretamente
    5. Utilize plataformas que organizem e documentem tudo — com segurança e LGPD

    Como a Sandora apoia sua empresa nessa transição

    A Sandora oferece uma plataforma completa para integrar gestão de riscos psicossociais, PGR, treinamentos, canais de escuta e evidências legais, preparando sua empresa para qualquer auditoria — incluindo o eSocial.

    • Diagnóstico de riscos psicossociais digital e validado
    • Relatórios compatíveis com o S-2240 e PGR
    • Integração com ações de SST, RH e CIPA
    • Canal de escuta com tratamento e rastreabilidade
    • Suporte técnico e jurídico especializado

    Fale com a gente e adeque sua empresa agora mesmo: contato@sandywww.sandora.me

  • Comunicação de risco nas empresas: como cumprir a NR-01 com eficiência?

    Comunicação de risco nas empresas: como cumprir a NR-01 com eficiência?

    A comunicação de risco é uma das exigências mais estratégicas e negligenciadas da nova NR-01, que estabelece as diretrizes gerais do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

    Quais indicadores usar no seu PGR em 2026? Prepare-se agora!

    Muitas empresas já sabem que precisam mapear riscos físicos, químicos, ergonômicos e psicossociais no PGR — mas poucas entendem que também é obrigatório comunicar esses riscos aos trabalhadores de forma clara, rastreável e acessível.

    Neste artigo, você vai entender o que diz a norma, o que a fiscalização cobra e como sua empresa pode cumprir essa exigência com eficiência e segurança jurídica.


    O que é comunicação de risco, segundo a NR-01?

    A comunicação de risco é o processo de informar os trabalhadores sobre os riscos existentes no ambiente de trabalho, bem como as medidas de prevenção e proteção adotadas.

    Ela deve ser:

    • Clara e objetiva
    • Adequada ao público-alvo
    • Documentada e rastreável
    • Atualizada sempre que houver mudanças nos riscos

    Segundo o item 1.5.7.3.3 da NR-01, o empregador deve adotar mecanismos eficazes de comunicação de riscos, incluindo canais formais e registros das ações realizadas.


    Por que a comunicação de risco é tão importante?

    Além de ser uma exigência legal, uma comunicação de risco bem-feita:

    • Reduz acidentes e afastamentos
    • Fortalece a cultura de prevenção
    • Evita passivos trabalhistas
    • Melhora o engajamento e a confiança das equipes
    • Cumpre a LGPD ao garantir transparência no uso de dados sensíveis (como diagnósticos psicossociais)

    Quais riscos devem ser comunicados?

    Todos os riscos identificados no inventário de riscos do PGR, incluindo:

    • Riscos físicos (ruído, calor, vibração)
    • Químicos (exposição a agentes químicos)
    • Biológicos (vírus, bactérias)
    • Ergonômicos (postura, repetitividade, mobiliário inadequado)
    • Psicossociais (assédio, estresse, pressão por metas, sobrecarga)

    Comunicar riscos psicossociais é parte obrigatória da conformidade com a NR-01 e deve ser feita com responsabilidade, respeito e proteção à privacidade.


    Como cumprir a comunicação de risco com eficiência?

    Aqui estão boas práticas recomendadas pela norma e pela fiscalização:

    1. Use linguagem acessível

    Evite termos técnicos excessivos. Adeque o conteúdo ao nível de compreensão dos trabalhadores.

    2. Aproveite os canais internos

    Painéis, murais, e-mails, sistemas de RH, reuniões e plataformas digitais são úteis — desde que haja registro da comunicação.

    3. Formalize a entrega da informação

    Peça assinatura em listas de presença, aceite digital ou comprovantes de leitura. Isso garante rastreabilidade.

    4. Inclua nos treinamentos obrigatórios

    Cada novo risco identificado deve ser incluído nas trilhas de capacitação, como exige a NR-01.

    5. Atualize com frequência

    Mudou o layout, implantou uma nova máquina ou mudou o ritmo de trabalho? Atualize a comunicação de riscos.


    Como a Sandora ajuda a sua empresa a comunicar riscos com segurança

    Na plataforma da Sandora, sua empresa pode:

    • Registrar e comunicar todos os riscos identificados no PGR
    • Rastrear a leitura e aceitação por parte dos colaboradores
    • Integrar comunicação aos treinamentos e diagnósticos
    • Documentar ações e gerar relatórios prontos para auditoria
    • Cumprir simultaneamente a NR-01, NR-17 e a LGPD

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  • O que a fiscalização do trabalho analisa na prática quando visita sua empresa?

    O que a fiscalização do trabalho analisa na prática quando visita sua empresa?

    A fiscalização do trabalho no Brasil está cada vez mais orientada por critérios objetivos, dados rastreáveis e evidências documentais. Com a atualização da NR-01, e a incorporação dos riscos psicossociais ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), as empresas precisam estar preparadas não apenas para ter documentos — mas para provar que a gestão de riscos é prática, contínua e eficaz.

    Nova NR-01: quais treinamentos são obrigatórios agora?

    Mas, afinal, o que a fiscalização analisa na prática durante uma visita à sua empresa?
    Neste artigo, mostramos o que os auditores esperam encontrar, como se preparar e como evitar autuações, notificações ou multas.

    1. A existência e a atualização do PGR

    O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) é obrigatório para todas as empresas com pelo menos um empregado. O auditor irá verificar se:

    • Existe um inventário de riscos ocupacionais atualizado
    • Há um plano de ação prático e com responsáveis definidos
    • O documento está revisado e corresponde à realidade atual da empresa
    • Há integração com a CIPA (quando aplicável, conforme NR-05)

    Atenção: PGRs genéricos, antigos ou desatualizados costumam ser alvo de notificação imediata.

    2. A inclusão de riscos psicossociais

    Desde 2022, com a nova NR-01 e a Lei 14.457/22, é obrigatório incluir no inventário os riscos psicossociais, como:

    • Assédio moral ou sexual
    • Pressão por metas abusivas
    • Sobrecarga de trabalho
    • Ambiguidade de funções
    • Comunicação ineficaz

    O fiscal pode solicitar provas de que esses riscos foram avaliados (por diagnóstico, pesquisa, canal de escuta) e que medidas foram implementadas.

    3. A realização e registro dos treinamentos obrigatórios

    O auditor irá verificar:

    • Se os treinamentos exigidos por cada NR foram realizados
    • Quais são os conteúdos aplicados, sua frequência e responsáveis
    • Se há comprovantes de participação, certificados e histórico

    Importante: Treinamentos não rastreáveis ou mal documentados podem ser considerados não realizados.

    4. A existência de canal de escuta e de tratamento de denúncias

    A fiscalização pode solicitar:

    • Comprovação de um canal acessível aos colaboradores
    • Registros (anônimos ou não) de casos recebidos
    • Fluxo de apuração e resposta a denúncias, especialmente envolvendo assédio e discriminação

    A ausência desse canal pode ser interpretada como omissão da empresa, especialmente quando há queixas recorrentes não documentadas.

    5. A atuação da CIPA (quando aplicável)

    Para empresas com CIPA obrigatória (NR-05), o auditor pode exigir:

    • Registro das eleições e atas de reuniões
    • Participação ativa da comissão no PGR
    • Treinamentos realizados e comprovados
    • Comunicação com o empregador sobre riscos identificados

    6. Evidência de melhoria contínua

    A fiscalização não busca empresas “perfeitas”, mas sim aquelas que mostram:

    • Que acompanham seus indicadores
    • Que documentam suas ações corretivas e preventivas
    • Que tratam incidentes com responsabilidade e transparência
    • Que possuem uma cultura de prevenção, não apenas reação

    Como a Sandora pode ajudar sua empresa a estar preparada?

    A Sandora oferece uma plataforma completa, pensada para manter sua empresa 100% pronta para auditorias e fiscalizações, com:

    • PGR digital com riscos físicos, ergonômicos e psicossociais
    • Diagnósticos e relatórios auditáveis e atualizados
    • Registro e rastreamento de treinamentos obrigatórios
    • Canal de escuta seguro, com histórico de resposta
    • Integração com CIPA, RH e lideranças
    • Painel de indicadores com evidências para fiscalizações

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  • Diagnóstico de riscos psicossociais: como escolher a ferramenta certa?

    Diagnóstico de riscos psicossociais: como escolher a ferramenta certa?

    A atualização da NR-01 e a vigência da Lei 14.457/22 tornaram o diagnóstico de riscos psicossociais uma exigência real e crescente para empresas brasileiras. Mais do que cumprir uma obrigação legal, identificar corretamente esses riscos é a chave para evitar adoecimentos, passivos trabalhistas, queda de produtividade e crises organizacionais.

    Mas com tantas metodologias e abordagens no mercado, como escolher a ferramenta certa para diagnosticar riscos psicossociais no trabalho?

    Neste artigo, vamos te mostrar os critérios técnicos, jurídicos e estratégicos para fazer uma escolha segura e eficiente.

    O que são riscos psicossociais?

    Riscos psicossociais são fatores do ambiente de trabalho que afetam a saúde mental, emocional e social dos colaboradores. Eles incluem:

    • Assédio moral ou sexual
    • Metas abusivas e pressão constante
    • Falta de reconhecimento
    • Comunicação ineficaz
    • Sobrecarga de trabalho
    • Clima organizacional hostil
    • Ausência de escuta ativa

    Esses riscos podem causar ansiedade, burnout, depressão, afastamentos e alta rotatividade — e por isso precisam ser identificados, avaliados e controlados, como exige a NR-01.

    O que a lei exige?

    De acordo com a NR-01, o inventário de riscos e o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) devem incluir, de forma clara, os riscos psicossociais. E mais: é necessário que esse diagnóstico seja:

    • Baseado em evidências
    • Adaptado à realidade da empresa
    • Comprovado por documentos e relatórios
    • Rastreável e auditável

    Além disso, a LGPD exige que o tratamento dos dados coletados respeite critérios de privacidade e confidencialidade, já que se trata de informações sensíveis.

    Como escolher a ferramenta certa?

    Veja os principais critérios que você deve observar ao escolher um diagnóstico de riscos psicossociais:

    1. Validação científica

    Evite questionários genéricos. Prefira ferramentas baseadas em metodologias reconhecidas, como o HSE-IT (Health and Safety Executive – Indicator Tool) ou outras com respaldo técnico em psicologia organizacional, ergonomia e SST.

    2. Alinhamento com a NR-01 e PGR

    A ferramenta deve gerar relatórios que possam ser anexados diretamente ao inventário de riscos e ao PGR da empresa, facilitando a conformidade legal.

    3. Proteção de dados

    Certifique-se de que a ferramenta esteja adequada à LGPD, com políticas claras de coleta, armazenamento e tratamento dos dados sensíveis dos colaboradores.

    4. Facilidade de aplicação

    O diagnóstico precisa ser ágil e acessível — preferencialmente online, com linguagem simples e boa taxa de adesão dos colaboradores.

    5. Relatórios claros e acionáveis

    Não adianta coletar dados se não for possível interpretá-los. A ferramenta ideal oferece relatórios visuais, alertas de risco e planos de ação sugeridos.

    6. Suporte técnico e jurídico

    Contar com uma solução que ofereça suporte humano e conhecimento jurídico é essencial para tratar situações delicadas com responsabilidade.

    A solução da Sandora

    A Sandora oferece uma ferramenta digital completa para diagnóstico de riscos psicossociais, desenvolvida com base no COPSOQ e alinhada à NR-01, NR-17, NR-05, LGPD e Lei 14.457/22.

    Com ela, sua empresa pode:

    • Aplicar o diagnóstico em minutos
    • Obter relatórios prontos para o PGR
    • Gerar alertas por setor e gravidade
    • Ativar um canal de escuta confidencial
    • Integrar ações de SST, RH e liderança

    É mais do que medir. É agir com segurança, transparência e inteligência.

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  • Quais indicadores usar no seu PGR em 2026? Prepare-se agora!

    Quais indicadores usar no seu PGR em 2026? Prepare-se agora!

    A pergunta que muitos gestores de RH, SST e compliance já estão se fazendo é: “como medir a eficiência e quais indicadores do PGR devemos acompanhar em 2026?”.

    Com a consolidação da NR-01 e do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) nas empresas brasileiras, 2026 será um ano de avaliação real e estratégica sobre o que está sendo feito — e sobre o que precisa melhorar.

    Neste artigo, vamos mostrar quais são os principais indicadores de desempenho e conformidade que você precisa monitorar para garantir a efetividade, segurança jurídica e valorização da saúde mental no ambiente de trabalho.


    Por que medir a eficiência do PGR?

    A NR-01 determina que o PGR seja um processo contínuo, com base em evidências e revisões periódicas. E isso só é possível se a empresa souber medir, comparar e corrigir rotas com base em dados concretos.

    Além disso, a fiscalização do Ministério do Trabalho já tem se concentrado não apenas na existência do PGR, mas também na efetividade das ações implementadas.

    Medir é prevenir. E prevenir é proteger sua empresa de multas, ações trabalhistas, absenteísmo, adoecimento e perda de talentos.


    Indicadores-chave para monitorar seu PGR em 2026

    1. Taxa de conclusão do plano de ação

    • Quantos dos riscos mapeados no inventário já têm ações finalizadas?
    • Qual o prazo médio de execução das ações?

    2. Número de riscos psicossociais identificados

    • Houve crescimento ou redução no número de riscos registrados?
    • Há repetição de fatores como assédio, pressão por metas, jornadas abusivas?

    3. Índice de absenteísmo e afastamentos

    • Quantos afastamentos estão ligados a causas emocionais, psicológicas ou psicossociais?
    • Houve redução após ações de prevenção?

    4. Participação em treinamentos obrigatórios

    • Qual o percentual de adesão aos treinamentos exigidos pela NR-01?
    • Os treinamentos têm sido registrados e avaliados?

    5. Atuação da CIPA (quando aplicável – NR-05)

    • A comissão tem atuado na identificação e acompanhamento dos riscos?
    • As atas estão sendo registradas com propostas de ação?

    6. Utilização do canal de escuta e denúncia

    • Quantas situações foram relatadas?
    • O canal está sendo tratado com seriedade, sigilo e encaminhamentos?

    7. Satisfação dos colaboradores com o ambiente de trabalho

    • As pesquisas de clima mostram melhoria na percepção de segurança, saúde e bem-estar?
    • Existe espaço aberto para feedbacks?

    8. Tempo médio de resposta a incidentes ou riscos

    • Após um caso ser identificado, em quanto tempo sua empresa age?
    • Existe um fluxo ágil entre o canal de escuta, o RH e a gestão?

    Como a Sandora pode apoiar seu PGR em 2026?

    Com nossa plataforma digital, sua empresa pode:

    • Aplicar diagnósticos de riscos psicossociais com base no HSE-IT
    • Gerar relatórios completos e compatíveis com a NR-01 e NR-05
    • Monitorar indicadores e criar planos de ação automáticos
    • Oferecer canal de escuta com gestão segura e compliance com a LGPD
    • Registrar treinamentos obrigatórios e acompanhar a evolução da equipe

    Conclusão

    Entrar em 2026 com um PGR eficiente é mais do que seguir a norma — é garantir um ambiente saudável, seguro e produtivo.

    Medir é essencial para evoluir. E quem mede, protege.
    Sua empresa está pronta para acompanhar os indicadores certos?

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  • Como integrar NR-01, NR-05 e LGPD na gestão de pessoas da sua empresa

    Como integrar NR-01, NR-05 e LGPD na gestão de pessoas da sua empresa

    Em um cenário cada vez mais regulado por normas de segurança, saúde ocupacional e proteção de dados, integrar NR-01, NR-05 e LGPD é essencial para empresas que desejam estar em conformidade e evitar riscos legais para a gestão de pessoas.

    como adequar empresa à nr01 e nr05

    Três siglas ganham destaque nesse cenário:

    • NR-01 – que trata do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
    • NR-05 – que rege a CIPA e a prevenção de acidentes
    • LGPD – que regula o tratamento de dados pessoais, inclusive sensíveis

    Mas como essas normas se relacionam? E como a sua empresa pode integrá-las de forma prática e segura?

    O que cada uma exige?

    NR-01 – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)

    Desde a atualização da norma, o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) passou a ser obrigatório para todas as empresas com pelo menos um empregado. A NR-01 exige:

    • Mapeamento de riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e psicossociais
    • Planos de ação com medidas preventivas
    • Treinamentos obrigatórios e rastreáveis
    • Diagnóstico contínuo e atualizado
    • Documentação acessível para fiscalização

    NR-05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

    A NR-05 exige que empresas com um determinado número de funcionários constituam uma CIPA, com membros eleitos e designados para prevenir acidentes e promover a saúde no ambiente de trabalho.

    A CIPA deve:

    • Realizar reuniões mensais documentadas
    • Registrar e acompanhar incidentes e riscos
    • Promover ações educativas
    • Articular com o RH e o PGR para prevenir riscos reais

    LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados

    A LGPD regula como a empresa coleta, trata e armazena dados pessoais — inclusive dados sensíveis, como informações de saúde, histórico de denúncias, treinamentos realizados e situações de risco.

    É essencial:

    • Coletar e tratar apenas os dados necessários
    • Garantir base legal para uso dos dados (como consentimento ou obrigação legal)
    • Controlar o acesso às informações dos colaboradores
    • Ter um encarregado (DPO) ou canal de comunicação para titulares

    Como integrar NR-01, NR-05 e LGPD na gestão de pessoas?

    A integração dessas normas deve ser feita com foco em processos estruturados, tecnologia e segurança jurídica. Veja como:

    1. Centralize o diagnóstico e as ações no PGR

    Use o PGR da NR-01 como ponto de partida para mapear riscos (inclusive psicossociais) e alinhe com as observações da CIPA (NR-05). Mantenha tudo documentado.

    2. Implemente um canal seguro de escuta e denúncia

    Esse canal é essencial tanto para prevenir riscos (NR-01 e NR-05) quanto para tratar dados sensíveis (LGPD). Ele deve ser seguro, rastreável e com proteção de dados garantida.

    3. Crie trilhas de capacitação integradas

    Unifique os treinamentos exigidos pelas NRs com formações sobre cultura de privacidade e ética no tratamento de dados.

    4. Garanta o consentimento e a transparência no uso dos dados

    Comunique claramente aos colaboradores por que seus dados estão sendo coletados e como serão tratados — isso é obrigação da LGPD.

    5. Utilize uma solução tecnológica integrada

    Ferramentas como a plataforma da Sandora permitem gerenciar riscos, registros de treinamentos, documentos da CIPA, canais de escuta e conformidade com a LGPD — tudo no mesmo ambiente.

    Conclusão

    Integrar a NR-01, a NR-05 e a LGPD é mais do que uma obrigação legal: é um diferencial estratégico para empresas que querem proteger pessoas, reputação e resultados.

    A boa notícia é que com tecnologia, processos bem definidos e uma cultura de cuidado, isso é totalmente possível.

    A Sandora pode te ajudar nessa jornada.

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  • Como usar dados dos riscos psicossociais para evitar passivos trabalhistas

    Como usar dados dos riscos psicossociais para evitar passivos trabalhistas

    Com a nova NR-01 em vigor e o aumento das demandas por ambientes de trabalho mais saudáveis, o uso de dados sobre riscos psicossociais deixou de ser apenas uma ferramenta de diagnóstico — e passou a ser uma exigência estratégica para reduzir passivos trabalhistas.

    Entenda os impactos dos riscos psicossociais na produtividade

    O que são riscos psicossociais?

    Riscos psicossociais no trabalho são fatores organizacionais, emocionais e relacionais que podem afetar negativamente a saúde mental e o bem-estar dos colaboradores. Exemplos comuns incluem:

    • Pressão excessiva por resultados
    • Assédio moral e sexual
    • Falta de clareza nas tarefas
    • Jornadas extensas
    • Ausência de reconhecimento
    • Clima organizacional tóxico

    Esses fatores, quando negligenciados, podem gerar afastamentos, queda de produtividade e, principalmente, processos judiciais por danos morais, assédio ou descumprimento da legislação trabalhista.

    Por que os dados importam?

    A NR-01 exige que empresas realizem a identificação, avaliação e controle dos riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais. Ou seja, as empresas precisam provar que mapearam esses riscos e adotaram medidas para mitigá-los.

    Ao medir os riscos psicossociais por meio de ferramentas estruturadas, como pesquisas diagnósticas e sistemas de mensuração, sua empresa:

    • Cria evidências documentadas de conformidade
    • Antecipadamente corrige situações de risco
    • Evita ações trabalhistas por omissão ou negligência
    • Fortalece políticas de SST, D&I e compliance
    • Reduz custos com afastamentos e turnover

    Como usar esses dados na prática?

    1. Aplique um diagnóstico especializado: Use ferramentas validadas (como o HSE-IT) ou soluções integradas, como o módulo de mensuração da Sandora.
    2. Documente e analise os resultados: Os dados devem embasar ações concretas no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).
    3. Implemente ações corretivas: Treinamentos, comunicação, revisão de processos e escuta ativa.
    4. Monitore e atualize continuamente: A gestão dos riscos psicossociais é contínua — e deve estar alinhada com as atualizações legais e com a realidade da sua equipe.

    A Sandora te ajuda a transformar dados em proteção

    Nossa plataforma oferece soluções para medir, interpretar e agir com base nos riscos psicossociais, garantindo que sua empresa esteja em conformidade com a legislação e protegida contra passivos trabalhistas.

    Quer saber como proteger sua empresa de processos trabalhistas e, ao mesmo tempo, cuidar do bem-estar dos seus colaboradores?

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    Conheça nossa plataforma: www.sandora.me

  • Nova NR-01: quais treinamentos são obrigatórios agora?

    Nova NR-01: quais treinamentos são obrigatórios agora?

    Com a atualização da NR-01, quais treinamentos são obrigatórios, você sabe? O cenário da saúde e segurança do trabalho mudou — e sua empresa precisa acompanhar. A norma, que trata das disposições gerais e do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), passou a exigir mais clareza, registro e efetividade dos treinamentos obrigatórios oferecidos aos colaboradores.

    Como o PGR deve incluir riscos psicossociais em 2026?

    O que mudou na Nova NR-01?

    A NR-01 reformulada reforça a importância da capacitação contínua, padronizando critérios e exigindo que os treinamentos deixem de ser apenas formais. Agora, eles devem:

    • Ter conteúdo programático claro
    • Ser ministrados por profissionais qualificados
    • Ter registro e avaliação de eficácia
    • Ser adaptados à função e ao nível de risco

    Além disso, a norma define que os treinamentos obrigatórios devem ser documentados e disponíveis para auditorias e fiscalizações, sendo responsabilidade do empregador garantir a realização e comprovação deles.

    Quais treinamentos são exigidos pela nova NR-01?

    A nova versão da norma exige que a empresa ofereça treinamentos em diversas situações, incluindo:

    • Admissão: treinamento antes do início das atividades, mesmo em caso de urgência
    • Mudança de função: sempre que o colaborador assumir uma nova função com riscos diferentes
    • Retorno ao trabalho: após afastamentos médicos prolongados
    • Mudanças nos processos ou nas instalações: quando houver alteração relevante que impacte a segurança
    • Treinamento periódico: conforme definido por outras NRs específicas (como NR-5, NR-6, NR-10, NR-17 etc.)

    E os riscos psicossociais?

    Um ponto de destaque é que, com a nova NR-01 e os avanços da NR-17, riscos psicossociais (como assédio moral, burnout, ansiedade e estresse ocupacional) também passam a ser considerados na formação dos trabalhadores. Isso significa que empresas devem:

    • Incluir temas relacionados à saúde mental nos treinamentos
    • Capacitar lideranças para prevenção de riscos psicossociais
    • Investir em uma cultura organizacional que vá além da norma e promova bem-estar

    Como a Sandora pode ajudar?

    Na Sandora, oferecemos soluções completas que facilitam o cumprimento da NR-01 e tornam o processo de treinamento mais prático, acessível e humanizado. Nossa plataforma:

    • Mapeia os riscos (inclusive psicossociais) por setor
    • Sugere conteúdos personalizados para os treinamentos
    • Gera relatórios automáticos para auditorias e fiscalizações
    • Oferece treinamentos alinhados à NR-01, NR-5, NR-17 e mais

    Conclusão

    A nova NR-01 traz um chamado claro: capacitar é proteger. Investir em treinamentos obrigatórios atualizados é mais do que cumprir a lei — é cuidar da vida dos seus colaboradores e da sustentabilidade da sua empresa.

    Entre em contato com a Sandora para saber como adaptar sua empresa às novas exigências de forma segura, simples e eficaz.

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  • NR-17 x NR-01: qual é a relação com a saúde mental?

    NR-17 x NR-01: qual é a relação com a saúde mental?

    Você sabia que a saúde mental dos trabalhadores está diretamente relacionada ao cumprimento das Normas Regulamentadoras NR-01 e NR-17?

    Nos últimos anos, a legislação brasileira evoluiu para reconhecer que os riscos psicossociais também são fatores críticos na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. E é nesse ponto que as duas normas se conectam e ganham protagonismo no mundo do trabalho.

    Quais empresas precisam medir riscos psicossociais?

    O que diz a NR-17?

    A NR-17 trata da Ergonomia no ambiente de trabalho. Seu objetivo principal é adaptar as condições laborais às características psicofisiológicas dos trabalhadores, promovendo conforto, segurança e desempenho eficiente.

    Isso inclui:

    • Organização do trabalho
    • Ritmo de atividades
    • Exigências cognitivas
    • Condições ambientais (iluminação, ruído, postura, etc.)

    Mas a NR-17 também toca um ponto crucial: os fatores emocionais e mentais. Ela reconhece que exigências psicológicas excessivas, ritmo acelerado ou relações interpessoais tóxicas comprometem a saúde.

    O que diz a NR-01?

    A NR-01 é a norma que estabelece as disposições gerais de saúde e segurança no trabalho. Desde sua atualização, passou a exigir que todos os riscos — inclusive psicossociais — estejam mapeados e documentados no PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).

    Ou seja: o que a NR-17 observa na prática, a NR-01 exige na documentação.

    A Conexão entre NR-17 e NR-01

    A relação entre essas duas normas é complementar. Enquanto a NR-17 mostra como os fatores de risco surgem no dia a dia, a NR-01 determina que eles devem ser mapeados, avaliados e tratados formalmente.

    Em outras palavras:

    • A NR-17 identifica e descreve riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
    • A NR-01 obriga a gestão desses riscos no PGR.

    Essa conexão fortalece o papel das empresas na promoção de ambientes saudáveis, indo além da ergonomia física para considerar também a ergonomia organizacional e cognitiva.

    Como a sua empresa pode se adequar?

    1. Mapeie riscos psicossociais com ferramentas validadas.
    2. Inclua esses riscos no seu PGR, conforme exige a NR-01.
    3. Implemente medidas preventivas, com apoio de ergonomistas e profissionais de SST.
    4. Invista em ações de clima organizacional e saúde mental.

    Na Sandora, oferecemos diagnósticos digitais, relatórios prontos para NR-01, e apoio contínuo para empresas que querem estar em conformidade e cuidar das pessoas.

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  • NR-01 e PGR: como alinhar documentação e prática?

    NR-01 e PGR: como alinhar documentação e prática?

    A nova NR-01 trouxe uma mudança de paradigma para as empresas brasileiras: além de documentar riscos, é preciso agir sobre eles. A elaboração do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) não pode mais ser uma mera formalidade — ele precisa refletir a realidade da empresa e garantir medidas práticas de proteção.

    Como o PGR deve incluir riscos psicossociais em 2026?

    Mas afinal, como alinhar documentação e prática de forma eficaz?

    O que diz a nova NR-01?

    A Norma Regulamentadora nº 1 (NR-01), atualizada pela Portaria nº 6.730/2020, estabelece as disposições gerais de segurança e saúde no trabalho. Ela determina que toda organização deve adotar um Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), que tem como resultado o PGR — um documento técnico obrigatório.

    O PGR deve conter:

    • Inventário de Riscos Ocupacionais
    • Plano de Ação com medidas preventivas e corretivas

    E precisa ser atualizado periodicamente, especialmente quando houver mudanças no ambiente ou nos processos de trabalho.

    Onde muitas empresas erram?

    Muitas organizações tratam o PGR como um arquivo pronto em PDF, elaborado por terceiros e esquecido na gaveta. Isso contraria o espírito da NR-01, que exige que o PGR seja um instrumento vivo, usado no dia a dia da empresa.

    Erros comuns:

    • Usar modelos genéricos que não refletem os riscos reais
    • Não atualizar o inventário de riscos após mudanças
    • Ausência de medidas práticas alinhadas ao plano de ação
    • Falta de integração com as áreas de RH, SST e liderança

    Como alinhar a teoria à prática?

    1. Diagnóstico Realista
      Utilize ferramentas digitais para levantar dados reais do ambiente de trabalho. A Sandora, por exemplo, oferece diagnóstico de riscos psicossociais alinhado à NR-01, com relatórios prontos para o PGR.
    2. Plano de Ação Integrado
      Envolva líderes, RH e profissionais de SST na criação e execução do plano. As ações precisam ser realistas, mensuráveis e com responsáveis definidos.
    3. Capacitação Contínua
      Promova treinamentos internos sobre a NR-01, riscos ocupacionais e cultura de prevenção.
    4. Monitoramento com Indicadores
      Avalie o impacto das ações. O PGR deve dialogar com os indicadores de saúde mental, segurança e clima organizacional.
    5. Revisões Frequentes
      Revisite o PGR a cada mudança significativa ou de forma periódica. Atualizar é uma exigência legal — e estratégica.

    A solução da Sandora

    Na Sandora, ajudamos empresas a construir e manter um PGR conectado com a realidade do ambiente de trabalho, especialmente em relação aos riscos psicossociais.

    Com tecnologia, inteligência de dados e suporte técnico, oferecemos:

    • Diagnósticos digitais validados
    • Relatórios automáticos e atualizados
    • Apoio jurídico e de compliance
    • Integração com RH e SST

    Tudo isso em uma plataforma acessível e pronta para escalar conforme a empresa cresce.

    Conclusão

    A NR-01 e o PGR não são só burocracia — são ferramentas essenciais para garantir segurança, saúde e produtividade no ambiente de trabalho. Alinhar a documentação com a prática é o que separa empresas vulneráveis de empresas comprometidas.

    Se sua organização quer fazer isso do jeito certo, conte com a Sandora.

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