Tag: assédio

  • Multa por assédio moral: o caso Atacadão e o alerta para todas as empresas

    Multa por assédio moral: o caso Atacadão e o alerta para todas as empresas

    Você sabia que a sua empresa pode receber multa de milhões de reais por negligenciar casos de assédio e adoecimento mental dos trabalhadores? Foi o que aconteceu recentemente com o Atacadão, um dos maiores varejistas do Brasil, condenado em R$ 5 milhões por práticas recorrentes de assédio moral, sexual, materno e danos à saúde mental dos colaboradores.

    Nr-5: o que diz a norma atualizada sobre a CIPA em 2025?

    O que levou à condenação de multa por assédio moral?

    O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu dezenas de denúncias relatando humilhações, cobranças abusivas, gritos, constrangimentos públicos e até perseguição a mulheres grávidas ou mães recentes. O ambiente de trabalho era marcado pelo medo, pela ausência de um canal de escuta seguro e pela omissão da liderança diante das denúncias.

    O resultado? Um processo judicial com provas contundentes, trabalhadores afastados por adoecimento psicológico, e uma sentença histórica que acende um alerta: ignorar os riscos psicossociais custa caro.

    O que é assédio moral e quais suas consequências?

    Assédio moral no trabalho é caracterizado por práticas repetitivas que expõem o trabalhador a situações humilhantes, constrangedoras e degradantes. Pode acontecer entre colegas, superiores ou subordinados, e inclui:

    • Gritos e xingamentos;
    • Críticas excessivas e públicas;
    • Isolamento intencional do trabalhador;
    • Imposição de metas inatingíveis;
    • Sobrecarga de tarefas como punição.

    Além dos danos emocionais, o assédio resulta em afastamentos por estresse, queda de produtividade, rotatividade elevada e, como vimos, processos judiciais e multas milionárias.

    O que diz a NR-1 sobre riscos psicossociais?

    A NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1) determina que empresas devem:

    • Identificar e avaliar riscos psicossociais no ambiente de trabalho;
    • Adotar medidas de prevenção e proteção;
    • Implementar programas de gestão de riscos (PGR);
    • Promover saúde e segurança com foco na integridade física e emocional dos trabalhadores.

    Negligenciar essas obrigações é infração passível de multa e sanções, conforme previsto na legislação trabalhista brasileira.

    Como prevenir o assédio e garantir conformidade?

    A boa notícia é que prevenir o assédio moral e promover saúde emocional no trabalho é possível com a implementação de práticas adequadas e tecnologias acessíveis.

    Veja algumas ações essenciais:

    • Implantar canais de denúncia e escuta ativa;
    • Estabelecer políticas claras de combate ao assédio;
    • Realizar pesquisas de clima organizacional com foco em riscos psicossociais;
    • Criar comitês de ética internos;
    • Treinar gestores para liderança empática e não abusiva.

    Como a Sandora ajuda empresas a evitar multas e proteger seus colaboradores

    A Sandora é uma plataforma completa de conformidade e bem-estar que atua diretamente na prevenção de assédio, violência e riscos psicossociais, alinhada às exigências da NR-1, NR-5 e Lei 14.457.

    Com Sandora, sua empresa pode:

    • Aplicar diagnósticos de riscos psicossociais validados;
    • Implementar canais de escuta e denúncia com segurança;
    • Criar fluxos internos e comitês de ética;
    • Oferecer treinamentos e políticas prontas para conformidade;
    • Monitorar e comprovar boas práticas diante de fiscalizações.

    Conclusão

    O caso Atacadão é um divisor de águas. Multas por assédio moral e negligência com a saúde mental não são mais exceção — são o novo normal quando empresas falham em proteger seus times.

    Sua empresa está preparada?
    Ignorar o problema sai caro. Prevenir é mais eficiente, seguro e econômico.

    Fale com a Sandora e proteja agora sua empresa contra riscos jurídicos, danos à reputação e prejuízos humanos incalculáveis.

  • Nova NR-1: como a tecnologia pode ajudar sua empresa a não ficar para trás

    Nova NR-1: como a tecnologia pode ajudar sua empresa a não ficar para trás

    A atualização da Norma Regulamentadora 1 (NR-1), em vigor a partir de maio de 2025, trouxe mudanças significativas para a gestão de Saúde e Segurança no Trabalho (SST). O principal destaque da nova norma é a obrigatoriedade de mapear e mitigar riscos psicossociais, como assédio, estresse ocupacional, sobrecarga emocional e outras situações que impactam a saúde mental dos colaboradores.

    Riscos psicossociais: como mensurar e proteger sua empresa?

    Para muitas empresas, adaptar-se pode parecer um desafio. Mas com o apoio da Sandora, esse processo se transforma em uma oportunidade de evoluir, proteger pessoas e garantir conformidade.


    O que a nova NR-1 exige?

    A NR-1 estabelece que as empresas devem:

    • Incorporar riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)
    • Implantar canais de escuta anônimos e seguros
    • Capacitar lideranças e equipes sobre prevenção de assédio e riscos emocionais
    • Documentar todas as ações de prevenção e mitigação para auditorias

    A não conformidade pode resultar em:

    • Multas administrativas e ações judiciais
    • Indenizações por danos morais coletivos
    • Perda de talentos e danos à reputação institucional

    Como a Sandora atua na adequação à nova NR-1

    A Sandora oferece uma consultoria completa para adequar empresas à NR-1 com soluções inovadoras e personalizadas:

    Diagnóstico Organizacional Automatizado

    Identificamos os principais riscos psicossociais da sua empresa por meio de pesquisas, entrevistas e dashboard completo para análise de indicadores.

    Implementação de Canais de Denúncia

    Desenvolvemos e implantamos canais de denúncia anônimos, digitais e auditáveis, com suporte técnico e jurídico.

    Atualização do PGR

    Conseguimos auxiliar com dados para a revisão do Programa de Gerenciamento de Riscos para atender as novas exigências da NR-1.

    Treinamento de Lideranças e Equipes

    Capacitamos todos os níveis da organização para prevenir, identificar e tratar situações de assédio e risco psicossocial.

    Monitoramento Contínuo

    Oferecemos ferramentas e relatórios que garantem acompanhamento constante e ajudam na tomada de decisões preventivas.


    Diferenciais da Sandora

    • Atuação especializada em riscos psicossociais e segurança organizacional em outros temas como assédio e igualdade de gênero
    • Integração entre tecnologia, compliance e impacto social
    • Equipe multidisciplinar de especialistas em SST, psicologia organizacional e governança
    • Atendimento personalizado para empresas de todos os portes e segmentos

    Conclusão

    A adequação à NR-1 não precisa ser um processo complexo ou oneroso. Com as soluções da Sandora, sua empresa estará protegida, em conformidade e ainda ganhará em clima organizacional e retenção de talentos.

    📢 Quer se antecipar e transformar a cultura da sua empresa? Fale com a Sandora e conheça nossas soluções NR-1 para garantir segurança, ética e respeito no ambiente de trabalho.

    www.sandora.me

  • A nova geração de funcionários e a expectativa por ambientes seguros

    A nova geração de funcionários e a expectativa por ambientes seguros

    Millennials e geração Z não estão apenas redefinindo o mercado de consumo — estão mudando também as regras do jogo no mundo corporativo. Para essa nova força de trabalho, ambientes psicologicamente seguros, saudáveis e éticos não são um diferencial: são o mínimo.

    Neste artigo, vamos explorar como essas gerações enxergam o ambiente de trabalho, qual o papel da saúde mental nas suas decisões profissionais e por que empresas que não se adaptarem ficarão para trás.


    O que esperam os jovens profissionais?

    As novas gerações não toleram mais ambientes autoritários, hierarquias tóxicas ou falta de empatia. Pesquisa após pesquisa demonstra que jovens priorizam:

    • Saúde mental e bem-estar emocional
    • Flexibilidade e respeito à vida pessoal
    • Propósito e alinhamento de valores com a empresa
    • Lideranças empáticas e horizontais
    • Ambientes inclusivos e acolhedores

    O resultado? Funcionários mais engajados, inovadores e leais — desde que se sintam seguros.


    Saúde mental e as gerações

    Um estudo da Deloitte apontou que mais de 50% dos millennials e da geração Z se afastariam de um emprego por causa de estresse excessivo ou falta de apoio à saúde mental. Para essa geração, burnout, ansiedade e depressão são questões de saúde ocupacional legítimas — e não mais tabus.

    Essa mudança de mentalidade exige que empresas:

    • Abandonem práticas ultrapassadas de gestão
    • Apliquem diagnósticos de clima e riscos psicossociais
    • Criem canais de escuta e acolhimento emocional
    • Implementem políticas reais de prevenção ao assédio e discriminação

    O que a NR-1 tem a ver com isso?

    A atualização da NR-1, em vigor a partir de maio de 2025, traz exatamente essa exigência: ambientes de trabalho seguros também no aspecto psicossocial. Empresas devem:

    • Identificar riscos como metas abusivas, assédio e jornadas exaustivas
    • Prevenir e remediar condutas que afetam a saúde emocional
    • Demonstrar ações e políticas de proteção durante fiscalizações

    Ou seja, a legislação está se alinhando à demanda dessa nova geração.

    Assédio moral e NR-1: como as empresas devem prevenir


    Como a Sandora pode apoiar essa transformação

    A Sandora é parceira de empresas que querem evoluir com responsabilidade, promovendo:

    • Diagnósticos de riscos psicossociais
    • Canais de escuta seguros e acessíveis
    • Treinamentos de lideranças humanizadas
    • Cultura de segurança psicológica baseada na NR-1
    • Suporte para reestruturar ambientes e políticas internas

    Nosso trabalho não é apenas adequar empresas à norma — é ajudar a construir ambientes nos quais as pessoas realmente queiram estar.


    Conclusão

    A nova geração não quer só um salário. Quer dignidade, saúde e respeito.

    Empresas que compreenderem isso e se adequarem à NR-1 sairão na frente, não apenas pela conformidade legal, mas pela capacidade de atrair e reter os melhores talentos do presente — e do futuro.

    📢 Quer transformar seu ambiente e se preparar para essa nova geração? Fale com a Sandora e conheça nossas soluções personalizadas.

    www.sandora.me

  • Assédio moral e NR-1: como as empresas devem prevenir

    Assédio moral e NR-1: como as empresas devem prevenir

    Com a atualização da Norma Regulamentadora 1 (NR-1), em vigor a partir de maio de 2025, o tema do assédio moral no ambiente de trabalho passa a ser uma pauta obrigatória para todas as empresas brasileiras. A norma estabelece que os riscos psicossociais — como o assédio — devem ser identificados, avaliados e monitorados pelas organizações como parte da gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST).

    Neste artigo, você vai entender como prevenir o assédio moral segundo a NR-1, quais são os riscos de não agir e como empresas podem estruturar ações eficazes de prevenção e combate ao assédio moral com apoio de tecnologia, escuta ativa e cultura organizacional saudável.


    O que é assédio moral no trabalho?

    O assédio moral é caracterizado por atitudes repetitivas e intencionais que expõem o trabalhador a situações humilhantes, constrangedoras ou degradantes. Pode vir de superiores, colegas ou até subordinados e inclui práticas como:

    • Gritar, xingar ou desqualificar em público
    • Isolar o colaborador de decisões e informações
    • Estimular fofocas ou boatos sobre a vítima
    • Atribuir tarefas impossíveis ou incoerentes
    • Ignorar ou excluir sistematicamente o trabalhador

    Além de afetar diretamente a saúde mental, o assédio compromete o clima organizacional e pode gerar altos custos judiciais e de imagem para as empresas.


    O 1ue a NR-1 exige das empresas?

    A nova NR-1 determina que todas as organizações devem:

    • Identificar e mapear riscos psicossociais, incluindo práticas de assédio moral
    • Integrar esses riscos ao Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)
    • Adotar medidas preventivas e corretivas para eliminar ou mitigar os riscos
    • Manter canais de escuta ativos, acessíveis e seguros
    • Promover treinamentos para lideranças e equipes sobre prevenção
    • Apresentar evidências de conformidade durante fiscalizações

    Ou seja, a prevenção ao assédio moral deixa de ser uma escolha e passa a ser uma obrigação legal.


    Como prevenir o qssédio moral segundo a NR-1?

    1. Diagnóstico organizacional com foco psicossocial

    Mapear o clima emocional da empresa, relações interpessoais e histórico de denúncias é o primeiro passo para entender onde os riscos estão.

    2. Criação de canais de escuta efetivos

    É fundamental ter um canal seguro, anônimo e acessível para que colaboradores possam relatar situações de assédio sem medo de retaliação.

    3. Treinamento de lideranças e colaboradores

    Capacitar as lideranças é essencial para prevenir condutas inadequadas, acolher denúncias e promover uma cultura de respeito.

    4. Elaboração de políticas antissédio

    Documentos formais e bem divulgados, como Código de Conduta e Política Antidiscriminatória, orientam o comportamento esperado na organização.

    5. Monitoramento e ações corretivas

    Registrar, apurar e responder adequadamente a cada denúncia garante que o processo seja transparente e efetivo.


    Os riscos de não agir

    Empresas que não estruturam ações de prevenção ao assédio moral ficam expostas a:

    • Processos trabalhistas com indenizações elevadas
    • Danos à reputação institucional
    • Perda de talentos e aumento da rotatividade
    • Queda de produtividade e engajamento
    • Multas em fiscalizações do Ministério do Trabalho

    O custo da omissão é alto — em todos os sentidos.


    Como a Sandora ajuda no combate ao assédio moral

    A Sandora oferece soluções completas para prevenção ao assédio NR-1 com foco em:

    • Diagnóstico organizacional com análise de riscos psicossociais
    • Implementação de canais de escuta digitais, anônimos e auditáveis
    • Treinamentos para lideranças e colaboradores
    • Estruturação de políticas internas e fluxos de apuração
    • Suporte técnico e jurídico para conformidade com a NR-1

    Com tecnologia, empatia e método, ajudamos sua empresa a proteger pessoas, prevenir passivos e promover um ambiente saudável.


    Conclusão

    A prevenção ao assédio moral é, hoje, uma exigência legal, uma responsabilidade ética e uma estratégia de gestão inteligente. Com a NR-1, empresas que se antecipam ganham em segurança, clima e reputação.

    Quer saber como colocar sua empresa em conformidade com a NR-1 e prevenir o assédio de forma estruturada? Fale com a Sandora e conheça nossas soluções personalizadas!

  • 5 sinais de que seu ambiente de trabalho pode estar adoecendo seus funcionários

    5 sinais de que seu ambiente de trabalho pode estar adoecendo seus funcionários

    Você já parou para observar como o ambiente da sua empresa está impactando a saúde mental dos colaboradores? Aqui vamos te apresentar 5 sinais de que seu ambiente de trabalho pode estar adoecendo seus funcionários. Ambientes tóxicos, desorganizados ou emocionalmente inseguros são grandes responsáveis por quadros de burnout, ansiedade e afastamentos por doenças psicológicas. E muitas vezes os sinais estão ali — silenciosos, mas constantes.

    Com a entrada em vigor da NR-1 atualizada, as empresas são obrigadas a identificar e mitigar riscos psicossociais no ambiente corporativo. Isso inclui avaliar se o próprio clima organizacional está adoecendo a equipe.

    Neste artigo, você vai conhecer 5 sinais de que o ambiente de trabalho pode estar adoecendo seus funcionários, entender os principais sintomas de burnout no trabalho e como reverter essa realidade antes que se torne um problema maior.


    1. Alta rotatividade e desmotivação coletiva

    Se sua empresa enfrenta uma saída constante de colaboradores e um sentimento de apatia generalizada nas equipes, isso pode ser reflexo de um ambiente tóxico na empresa. A sensação de sobrecarga, falta de reconhecimento ou lideranças autoritárias são fatores que desestimulam e geram esgotamento emocional.

    O que observar:

    • Falta de engajamento em reuniões e projetos
    • Reclamações recorrentes sobre clima ou lideranças
    • Processos seletivos constantes para substituir cargos-chave

    2. Presenteísmo: quando estar presente não significa estar bem

    Colaboradores que estão fisicamente no trabalho, mas emocionalmente ausentes, são um sinal claro de adoecimento silencioso. Isso é o presenteísmo: pessoas que comparecem, mas sem energia, foco ou produtividade.

    Sinais de alerta:

    • Queda de performance sem motivo técnico
    • Fadiga excessiva ou desânimo constante
    • Dificuldade de concentração e comunicação

    3. Aumento de afastamentos por problemas psicológicos

    Se a sua empresa tem registrado mais afastamentos por transtornos como ansiedade, depressão ou burnout, isso precisa acender um sinal vermelho. De acordo com dados recentes, essas são algumas das principais causas de licenças médicas no Brasil.

    Dados para observar:

    • Diagnósticos por CID F (transtornos mentais)
    • Frequência de atestados médicos
    • Afastamentos prolongados por “estresse ocupacional”

    4. Clima organizacional negativo

    Um clima organizacional tóxico é percebido no dia a dia, mesmo quando não é dito em voz alta. É aquele ambiente carregado, cheio de conflitos, fofocas, medo e silêncio. Isso adoece rapidamente as relações e a saúde emocional dos times.

    Sinais visíveis:

    • Medo de errar ou falar com lideranças
    • Falta de colaboração entre setores
    • Conflitos mal resolvidos ou evitados

    5. Lideranças tóxicas ou despreparadas

    A forma como os líderes se comunicam e conduzem suas equipes influencia diretamente o bem-estar coletivo. Chefias autoritárias, distantes ou despreparadas contribuem para um ambiente opressor.

    Impactos observáveis:

    • Feedbacks agressivos ou ausência de orientação
    • Microgerenciamento constante
    • Falta de empatia diante de demandas pessoais dos colaboradores

    O que fazer se identificar esses sinais?

    Ignorar esses sinais pode custar caro: afastamentos, ações trabalhistas, baixa produtividade e danos à reputação da empresa. A NR-1 exige ações práticas e estruturadas para mitigar esses riscos psicossociais.

    Caminhos para reversão:

    • Aplicar diagnósticos organizacionais focados em saúde mental
    • Criar canais de escuta e suporte emocional
    • Treinar lideranças para gestão humanizada
    • Monitorar indicadores de clima e bem-estar regularmente

    Como a Sandora pode ajudar

    A Sandora é especialista em ajudar empresas a:

    • Identificar sintomas de burnout no trabalho
    • Avaliar e reverter ambientes tóxicos
    • Capacitar lideranças para promover segurança psicológica
    • Cumprir integralmente a NR-1 e prevenir riscos psicossociais

    Com ferramentas práticas, dados concretos e suporte técnico, ajudamos sua empresa a construir um ambiente mais saudável e sustentável.


    Conclusão

    Ambientes adoecedores geram prejuízos invisíveis até que se tornem crises visíveis. Saber identificar os sinais é o primeiro passo para a mudança.

    Com a NR-1, não há mais espaço para ignorar a saúde mental no trabalho. É hora de transformar o ambiente corporativo em um espaço seguro, acolhedor e legalmente protegido.

    📢 Precisa entender se o ambiente da sua empresa está adoecendo a equipe? Fale com a Sandora e conheça nossos diagnósticos especializados.

  • Mapeamento de riscos psicossociais: como fazer e por onde começar?

    Mapeamento de riscos psicossociais: como fazer e por onde começar?

    Com a entrada em vigor da NR-1 atualizada, a partir de maio de 2025, todas as empresas brasileiras são obrigadas a incluir o mapeamento de riscos psicossociais como parte da sua gestão de segurança e saúde no trabalho (SST). Essa exigência marca uma mudança importante no papel das empresas na promoção da saúde mental dos colaboradores.

    Mas afinal, como realizar um mapeamento eficaz? Por onde começar? Quais métodos utilizar? Neste artigo, você vai entender passo a passo como fazer o mapeamento de riscos psicossociais, evitar penalidades e transformar o ambiente corporativo em um espaço mais saudável e produtivo.


    O Que são riscos psicossociais?

    Riscos psicossociais são fatores do ambiente de trabalho que podem afetar negativamente o bem-estar psicológico dos colaboradores. Entre os mais comuns, estão:

    • Pressão por metas abusivas
    • Assédio moral ou sexual
    • Falta de apoio organizacional
    • Clima de medo ou insegurança
    • Comunicação autoritária
    • Jornadas prolongadas e desequilíbrio entre vida pessoal e profissional

    Esses fatores estão associados a quadros de estresse, ansiedade, depressão e burnout, sendo também principais causas de afastamento do trabalho.


    Por que fazer o mapeamento de riscos psicossociais?

    A avaliação de riscos psicossociais é uma exigência legal da nova NR-1, mas também é uma medida estratégica para empresas que buscam:

    • Reduzir afastamentos e custos com saúde
    • Melhorar o clima organizacional
    • Aumentar o engajamento e a produtividade
    • Evitar ações trabalhistas
    • Cumprir exigências legais e evitar multas

    A gestão de SST se fortalece quando incorpora indicadores de saúde mental e cultura organizacional.


    Como fazer o mapeamento de riscos psicossociais?

    ✅ 1. Comece com um diagnóstico organizacional

    Entenda o contexto atual da empresa. Isso pode ser feito com:

    • Pesquisas de clima organizacional
    • Questionários específicos de saúde mental (como QASO, Escala de Assédio Moral, etc.)
    • Indicadores internos (absenteísmo, turnover, CIDs relacionados à saúde mental)

    ✅ 2. Escute os colaboradores

    A escuta ativa é essencial. Utilize:

    • Grupos focais
    • Entrevistas individuais
    • Canais de escuta e denúncia

    O objetivo é identificar percepções e experiências reais sobre o ambiente de trabalho.

    ✅ 3. Avalie o estilo de liderança

    Lideranças autoritárias, ausentes ou negligentes são grandes geradoras de riscos psicossociais. Avalie as lideranças com base em critérios como:

    • Comunicação empática
    • Feedbacks constantes
    • Gestão humanizada
    • Prevenção de conflitos

    ✅ 4. Analise a organização do trabalho

    Fatores estruturais também precisam ser avaliados:

    • Carga horária e metas
    • Níveis de autonomia
    • Reconhecimento e oportunidades de desenvolvimento

    ✅ 5. Registre e documente tudo no PGR

    A NR-1 exige que o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) inclua o diagnóstico psicossocial, plano de ação e monitoramento.

    Registre:

    • Metodologia aplicada
    • Resultados das pesquisas
    • Planos de intervenção
    • Indicadores de acompanhamento

    Ferramentas para avaliação de riscos psicossociais

    Algumas ferramentas recomendadas:

    • Escala de Estresse Ocupacional
    • Escala de Clima Psicológico
    • Escala de Assédio Moral no Trabalho (EAMT)
    • Indicadores do RH (absenteísmo, rotatividade, afastamentos por CID F)

    Esses instrumentos ajudam a obter dados confiáveis para embasar as ações preventivas.


    O papel da Sandora no mapeamento de riscos psicossociais

    A Sandora é especialista em diagnóstico organizacional e gestão de riscos psicossociais, com soluções adaptadas à nova NR-1. Nossos serviços incluem:

    • Aplicação de pesquisas personalizadas sobre clima e saúde mental
    • Entrevistas e escutas conduzidas com metodologia humanizada
    • Avaliação de lideranças e apoio na formação de gestores saudáveis
    • Integração do diagnóstico ao PGR com suporte técnico contínuo
    • Monitoramento e relatórios para auditorias e ações corretivas

    Conclusão

    O mapeamento de riscos psicossociais é um passo fundamental para promover um ambiente de trabalho seguro, acolhedor e produtivo. Mais do que uma obrigação legal, trata-se de uma oportunidade de melhorar a cultura da empresa e cuidar das pessoas que fazem parte dela.

    Com a NR-1 atualizada, não há mais espaço para negligência. Empresas que se antecipam às exigências estarão mais preparadas para o futuro.

    📢 Quer mapear os riscos psicossociais da sua empresa e ficar em conformidade com a NR-1? Fale com a Sandora e conheça nossas soluções personalizadas!

  • O preço pago por empresas que  ignoraram a saúde mental dos trabalhadores

    O preço pago por empresas que ignoraram a saúde mental dos trabalhadores

    A negligência com a saúde mental no ambiente de trabalho tem levado diversas empresas a enfrentarem sérias consequências legais, financeiras e reputacionais.

    Com a crescente conscientização sobre riscos psicossociais, processos trabalhistas relacionados a assédio moral, condições de trabalho abusivas e ações trabalhistas por saúde mental tornaram-se cada vez mais frequentes.

    No Brasil, a legislação trabalhista avança para garantir um ambiente mais seguro para os trabalhadores, com a implementação de normas como a NR-1 atualizada, que exige que as empresas avaliem e mitiguem riscos psicossociais. No entanto, muitas organizações ainda falham nesse aspecto, enfrentando severas punições.

    A seguir, apresentamos casos reais de empresas que ignoraram a saúde mental dos colaboradores e pagaram caro por isso.


    Caso 1: Banco Santander e a cobrança excessiva de metas

    Em abril de 2024, o Banco Santander foi condenado pela Justiça do Trabalho ao pagamento de R$ 1,5 milhão em indenização por danos morais coletivos.

    A condenação decorreu da prática de submeter trabalhadores à pressão psicológica extrema por metas abusivas, sem oferecer suporte para a saúde mental dos colaboradores. O resultado foi um alto índice de adoecimento mental e afastamentos.

    Lição aprendida: O cumprimento de metas deve ser equilibrado e acompanhado de suporte emocional aos funcionários.


    Caso 2: Caixa Econômica Federal e o assédio na liderança

    Em novembro de 2024, a Caixa Econômica Federal demitiu um de seus ex-vice-presidentes após denúncias de assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. A investigação revelou um ambiente hostil e tóxico, onde funcionários eram expostos a práticas abusivas sem suporte institucional.

    Lição aprendida: Canais de denúncia devem ser efetivos e contar com investigações rigorosas para evitar crises institucionais.


    Caso 3: Ambev e o assédio moral estrutural

    A Ambev foi condenada a pagar R$ 50 mil a um funcionário que sofreu assédio moral por sete anos. Relatos indicaram xingamentos e humilhações diárias, justificadas como cobrança de metas. O Tribunal Superior do Trabalho classificou o caso como assédio moral estrutural, gerando desgaste mental irreparável ao trabalhador.

    Lição aprendida: O assédio moral precisa ser combatido na cultura da empresa, não apenas em casos isolados.


    Caso 4: Prevent Senior e a negligência no meio ambiente de trabalho

    A Prevent Senior foi processada por assédio moral e irregularidades trabalhistas, sendo acionada para pagar R$ 940 milhões em indenizações. A acusação incluiu exposição dos trabalhadores a situações abusivas, interferências na autonomia médica e práticas que prejudicavam diretamente a saúde mental dos funcionários.

    Lição aprendida: Empresas que negligenciam a saúde mental não apenas enfrentam processos, mas comprometem sua reputação e sustentabilidade.


    A relação com as normas brasileiras de segurança no trabalho

    A NR-1 e a NR-5 estabelecem regras para a gestão de riscos psicossociais e a criação de ambientes de trabalho mais saudáveis. Com a entrada em vigor da NR-1 atualizada em maio de 2025, as empresas são obrigadas a:

    • Avaliar riscos psicossociais, como assédio moral, sobrecarga e clima organizacional hostil.
    • Implementar programas de gerenciamento de riscos ocupacionais.
    • Criar canais efetivos de denúncia e acompanhamento de casos.
    • Capacitar líderes para a gestão humanizada de equipes.

    Empresas que ignoram essas diretrizes estarão sujeitas a multas, interdições e ações trabalhistas, como os exemplos citados acima demonstram.


    Como a Sandora pode ajudar sua empresa

    A Sandora oferece soluções completas para empresas que desejam estar em conformidade com a NR-1 e prevenir riscos psicossociais. Nossos serviços incluem:

    • Diagnóstico organizacional para identificação de riscos e pontos críticos.
    • Treinamentos para gestores e equipes sobre assédio, saúde mental e compliance trabalhista.
    • Canais de escuta e denúncia confidenciais, garantindo proteção e anonimato.
    • Monitoramento contínuo para assegurar um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

    Conclusão

    Os casos citados deixam claro que ignorar a saúde mental no ambiente de trabalho pode resultar em graves prejuízos financeiros, crises institucionais e danos à reputação corporativa.

    Com a nova NR-1, empresas precisam adotar medidas proativas para proteger seus colaboradores e evitar ações trabalhistas e multas por negligência. A adequação não é apenas uma exigência legal, mas uma estratégia para retenção de talentos e sustentabilidade organizacional.

    Se sua empresa ainda não implementou políticas eficazes para prevenção de riscos psicossociais, agora é o momento de agir.

    📢 Entre em contato com a Sandora clicando aqui e descubra como podemos transformar a conformidade e o bem-estar da sua equipe!

  • Sandora e NR-1: como nossos serviços ajudam sua empresa a se adequar?

    Sandora e NR-1: como nossos serviços ajudam sua empresa a se adequar?

    Com a atualização da NR-1, que entra em vigor em maio de 2025, as empresas precisam se adequar a novas diretrizes voltadas à gestão de riscos psicossociais e segurança no trabalho. Negligenciar essas exigências pode resultar em multas, ações trabalhistas e até na interdição de atividades. Sandora e NR-1: como nossos serviços ajudam sua empresa a se adequar?

    A Sandora oferece soluções NR-1 para garantir que sua empresa esteja em conformidade com a nova regulamentação, reduzindo riscos e promovendo um ambiente de trabalho mais seguro e produtivo.

    O que muda com a nova NR-1?

    A NR-1 atualizada exige que as empresas implementem medidas preventivas para garantir a segurança e saúde no trabalho (SST), com foco na avaliação de riscos psicossociais. As mudanças incluem:

    • Obrigatoriedade do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)
    • Monitoramento e mitigação de riscos psicossociais
    • Capacitação de líderes e colaboradores sobre assédio, estresse e carga mental excessiva
    • Criação de canais de escuta e denúncia para trabalhadores
    • Fiscalizações mais rigorosas e aplicação de penalidades

    Empresas que não implementarem essas diretrizes podem sofrer multas elevadas e impactos na reputação organizacional. Veja mais sobre a lista de obrigatoriedade aqui.

    Sandora e NR-01: como garantimos a conformidade da sua empresa?

    A Sandora é especializada em ajudar empresas a se tornarem empresa compliance NR-1, oferecendo soluções que atendem às novas exigências de forma eficiente e personalizada.

    📌 1. Diagnóstico Organizacional Completo

    Realizamos um mapeamento detalhado dos riscos psicossociais para entender os desafios específicos do seu ambiente corporativo e propor ações corretivas.

    📌 2. Desenvolvimento do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)

    Criamos um plano estratégico para identificação, monitoramento e mitigação de riscos ocupacionais, alinhado às exigências da NR-1.

    📌 3. Treinamento e Capacitação de Colaboradores

    Oferecemos treinamentos presenciais e online para gestores e equipes sobre saúde mental no trabalho, prevenção de assédio e gestão de conflitos.

    📌 4. Implementação de Canais de Escuta e Denúncia

    Disponibilizamos plataformas seguras e confidenciais para que os colaboradores possam relatar situações de risco psicossocial sem medo de represálias.

    📌 5. Monitoramento e Auditoria Contínua

    Acompanhamos a evolução da implementação das normas e garantimos que sua empresa esteja sempre em conformidade com a NR-1.

    Benefícios de implementar soluções com a Sandora

    Além de garantir a conformidade legal, contar com a Sandora traz vantagens competitivas para sua empresa:

    • Redução de afastamentos por doenças psicológicas
    • Ambiente de trabalho mais seguro e produtivo
    • Prevenção de processos trabalhistas e multas
    • Maior engajamento e retenção de talentos
    • Fortalecimento da reputação organizacional

    Como funciona a fiscalização da NR-1?

    Com a proximidade da vigência da NR-1 atualizada, os órgãos fiscalizadores estarão mais rigorosos. Empresas que não comprovarem a implementação das exigências podem sofrer:

    • Multas que variam conforme a gravidade da infração
    • Exposição a ações trabalhistas por parte dos funcionários
    • Interdições de atividades em caso de descumprimento grave
    • Comprometimento da imagem da empresa no mercado

    Por isso, a adequação deve ser uma prioridade imediata para empresas que desejam garantir segurança jurídica e organizacional.

    Como começar a implementação da NR-1 na sua empresa?

    Se sua empresa ainda não começou a transição para a nova NR-1, agora é o momento certo para agir. A Sandora pode ajudar sua organização em todas as etapas do processo, garantindo que sua empresa esteja 100% em compliance com a legislação vigente.

    📢 Fale com nossos especialistas em www.sandora.me/empresas e descubra como a Sandora pode transformar a conformidade da sua empresa com a NR-1.

  • Estabelecendo limites saudáveis: um guia abrangente para relacionamentos pessoais e profissionais

    Estabelecendo limites saudáveis: um guia abrangente para relacionamentos pessoais e profissionais

    No mundo atual, onde as demandas são constantes e as interações sociais podem ser complexas, estabelecer limites saudáveis é fundamental para garantir o seu bem-estar emocional e mental. O texto Estabelecendo Limites Saudáveis: Um Guia Abrangente para Relacionamentos Pessoais e Profissionais explora a importância dos limites, oferece dicas práticas para afirmá-los e discute como eles podem transformar seus relacionamentos pessoais e profissionais.

    Por que limites são importantes?

    Limites saudáveis servem como um alicerce que define o espaço entre o que você é e o que os outros esperam de você. Eles são essenciais para:

    1. Proteger sua energia: Em um mundo que muitas vezes demanda muito de nós, saber onde traçar a linha é crucial para preservar sua energia e vitalidade. Limites bem definidos ajudam a evitar o esgotamento e a sobrecarga emocional.
    2. Respeitar seu tempo: O tempo é um recurso precioso. Estabelecer limites claros ajuda a garantir que você tenha tempo para as coisas que realmente importam, como autocuidado, hobbies e relacionamentos significativos.
    3. Promover o respeito mútuo: Ao comunicar seus limites, você estabelece um padrão de respeito nas interações. Isso cria um ambiente onde todos se sentem valorizados e compreendidos.
    4. Melhorar o bem-estar geral: Limites saudáveis contribuem para um maior senso de controle sobre sua vida. Isso, por sua vez, leva a um aumento da autoestima e da autoconfiança, pois você se sente mais capaz de gerenciar suas circunstâncias.

    Dicas para afirmar seus limites

    Agora que entendemos a importância dos limites, vamos explorar algumas dicas práticas para afirmá-los de forma eficaz.

    1. Seja clara e direta

    A comunicação é a chave para estabelecer limites saudáveis. Ao comunicar seus limites, seja clara e objetiva. Use uma linguagem direta que não deixe espaço para mal-entendidos. Por exemplo, em vez de dizer “Eu não posso hoje”, diga “Não posso me comprometer com esse projeto no momento”. A clareza ajuda a definir expectativas e evita confusões.

    2. Pratique a autoconsciência

    Conhecer seus limites pessoais é um passo fundamental para afirmá-los. Reserve um tempo para refletir sobre o que você pode tolerar e o que considera inaceitável. Pergunte-se: “O que me faz sentir desconfortável?” ou “Quais são as situações que me esgotam?” A autoconsciência permite que você estabeleça limites que realmente ressoem com suas necessidades e valores.

    3. Consistência é chave

    Uma vez que você estabeleceu seus limites, a consistência é crucial. Mantenha seus limites de forma consistente para ensinar aos outros a respeitar suas regras e expectativas. Se você ceder ocasionalmente, isso pode criar confusão e levar as pessoas a desconsiderarem seus limites no futuro. Lembre-se de que a consistência ajuda a solidificar sua posição e reforçar a importância dos seus limites.

    4. Não se desculpe por cuidar de si mesma

    Afirmar limites não é egoísmo; é um sinal de autorrespeito e maturidade. Muitas pessoas hesitam em estabelecer limites por medo de parecerem rude ou insensíveis. No entanto, cuidar de si mesma é essencial para manter relacionamentos saudáveis. Não sinta a necessidade de pedir desculpas por priorizar seu bem-estar. Ao invés disso, reconheça que você tem o direito de estabelecer limites para proteger sua saúde mental e emocional.

    5. Esteja preparada para a resistência

    Estabelecer limites pode, por vezes, encontrar resistência, especialmente se as pessoas ao seu redor não estiverem acostumadas a ver você se posicionando. É importante estar preparada para essa resistência e manter-se firme em suas decisões. Lembre-se de que sua saúde e bem-estar são prioridades, e a resistência dos outros não deve desviar você de seus objetivos.

    Conclusão

    Estabelecer limites saudáveis é uma habilidade vital que pode transformar suas relações pessoais e profissionais. Ao comunicar seus limites de forma clara, praticar a autoconsciência, ser consistente e priorizar seu bem-estar, você estará no caminho certo para criar interações mais saudáveis e respeitosas.

    Compreender e afirmar seus limites é um passo fundamental para viver uma vida mais equilibrada e satisfatória. Vamos juntas construir um espaço onde o respeito e a empatia reinem, tornando nossos relacionamentos mais saudáveis e gratificantes.

  • A luta pela igualdade feminina: conquistas e desafios ainda presentes

    A luta pela igualdade feminina: conquistas e desafios ainda presentes

    A luta pela igualdade feminina: conquistas e desafios ainda presentes. As reivindicações das mulheres por direitos iguais, mais oportunidades e liberdade começaram no século XIX, com a luta pelo direito ao voto. Esse movimento inicial foi o marco que desencadeou uma série de mudanças que moldaram a sociedade moderna, especialmente em relação à participação das mulheres na política e no mercado de trabalho. Na década de 1960, o movimento feminista ampliou suas demandas, abordando questões como direitos reprodutivos, sexualidade, e a igualdade de oportunidades no mercado de trabalho.

    O marco histórico do Dia Internacional da Igualdade Feminina


    Há 51 anos, em 26 de agosto de 1973, o Dia Internacional da Igualdade Feminina foi implementado pelo Congresso dos Estados Unidos. A data foi escolhida em homenagem à aprovação da 19ª emenda à Constituição dos EUA, que garantiu às mulheres o direito ao voto em 1920. Este dia serve para celebrar e trazer visibilidade às questões de equidade de gênero, além de destacar a importância do papel das mulheres na sociedade contemporânea.

    Apesar dos avanços significativos alcançados desde então, ainda temos um longo caminho pela frente até que a igualdade de gênero seja plenamente alcançada. A data nos convida a refletir sobre as conquistas e os desafios ainda existentes na luta por uma sociedade mais justa e igualitária.

    O movimento sufragista e suas conquistas


    A conquista do direito ao voto e de outros direitos fundamentais das mulheres foi possível graças ao movimento sufragista, que surgiu no século XIX com o propósito de lutar pela participação feminina na política. O movimento defendia que as mulheres deveriam ter o direito de votar e de serem eleitas para cargos públicos.

    O sufrágio feminino ganhou força em diversos países, resultando em mudanças significativas nas legislações ao redor do mundo. No Brasil, o movimento sufragista começou a ganhar força no século XX. Em 1910, a professora baiana Leolinda Daltro fundou o Partido Republicano Feminino, e, doze anos depois, Bertha Lutz criou a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino.

    O direito ao voto feminino no Brasil foi conquistado apenas em 1932, com a promulgação do Código Eleitoral. No entanto, a luta pelo direito das mulheres de exercerem uma profissão continuou até 1962, quando foi revogado o inciso VII do Artigo 242 do Código Civil de 1916, que exigia a autorização do marido para que a mulher pudesse trabalhar. Mesmo com essas conquistas, as mulheres continuam a enfrentar desafios significativos na busca pela equidade, o que torna a celebração do Dia Internacional da Igualdade Feminina ainda mais relevante.

    A lei nº 14.611/2023: um passo importante para a igualdade salarial


    Recentemente, a Lei nº 14.611, sancionada em julho de 2023, veio reforçar a luta pela igualdade de gênero, especialmente no mercado de trabalho. Essa legislação torna obrigatória a adoção de medidas que garantam a igualdade salarial entre homens e mulheres, além de promover a inserção e manutenção das mulheres em condições de trabalho equivalentes às dos homens.

    A implementação dessa lei é crucial para a continuidade do progresso na luta pela igualdade de gênero. Embora a igualdade salarial esteja prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) desde 1943, a realidade é que muitos empregadores ainda não cumprem essa norma. A Lei nº 14.611/2023 busca mudar essa realidade, exigindo transparência e ação por parte das empresas.

    A lei nº 14.457/2022: incentivando a inserção e manutenção das mulheres no mercado de trabalho


    Outra legislação significativa na luta pela igualdade de gênero é a Lei nº 14.457/2022, que institui o Programa Emprega + Mulheres. Essa lei visa promover a inserção, manutenção e ascensão das mulheres no mercado de trabalho, oferecendo um conjunto de medidas que favorecem a equidade de gênero no ambiente corporativo.

    A Lei nº 14.457/2022 introduziu importantes mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garantindo, por exemplo, que empresas implementem medidas que incentivem a contratação de mulheres, ofereçam apoio à maternidade e promovam a igualdade de oportunidades. Entre as ações destacadas pela lei, estão a criação de políticas de flexibilidade de horário, apoio à parentalidade, e a promoção de ambientes de trabalho mais inclusivos e respeitosos.

    Essas medidas são fundamentais para criar um ambiente onde as mulheres possam não apenas entrar e permanecer no mercado de trabalho, mas também crescer profissionalmente em igualdade de condições com os homens. A lei busca, assim, corrigir as disparidades históricas que ainda prejudicam as mulheres, especialmente em relação à igualdade salarial e à ascensão a cargos de liderança.

    Conquistas ao longo das décadas e os desafios persistentes


    Muito se evoluiu na luta pela igualdade de gênero ao longo das décadas. Até 1962, por exemplo, as mulheres brasileiras não podiam trabalhar sem a autorização de seus maridos. A partir da década de 1970, a luta feminista ganhou força, culminando na Constituição de 1988, que finalmente reconheceu a igualdade de direitos entre homens e mulheres.

    Conquistas importantes foram alcançadas, como o direito ao controle de natalidade, a criação de delegacias especializadas para atender mulheres vítimas de violência e, em 2006, a promulgação da Lei Maria da Penha, que oferece proteção às mulheres vítimas de violência doméstica. No entanto, apesar dessas vitórias, a luta pela igualdade de gênero está longe de terminar.

    Ainda hoje, as mulheres enfrentam desigualdades significativas, tanto na vida conjugal quanto no mercado de trabalho. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, a igualdade salarial entre homens e mulheres, prevista na CLT desde 1943, continua sendo um desafio a ser superado.

    Conforme a célebre frase da escritora e filósofa Simone de Beauvoir: “Nunca se esqueça de que basta uma crise política, econômica ou religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados. Esses direitos não são permanentes. Você terá que manter-se vigilante durante toda a sua vida.”

    O relatório do Fórum Econômico Mundial estima que a equidade entre os gêneros só será alcançada em 132 anos. Para as mulheres negras, a luta é ainda mais árdua. No Brasil, que tem uma população majoritariamente negra (57%, segundo o IBGE), as mulheres negras ainda ocupam os piores empregos, têm os menores salários e enfrentam as condições de vida mais precárias.

    A realidade das mulheres negras no mercado de trabalho


    Em uma sociedade marcada pela precarização do trabalho, as mulheres, especialmente as negras, enfrentam situações de dupla ou tripla jornada, considerando também os afazeres domésticos historicamente atribuídos às mulheres. De acordo com o IBGE, as mulheres ocupam apenas 39% dos cargos de gerência, trabalham o dobro em atividades domésticas e recebem 21% a menos que os homens.

    A Lei nº 14.611/2023, junto com a Lei nº 14.457/2023, que institui o Programa Emprega + Mulheres, são marcos legais importantes na busca pela igualdade de gênero no Brasil. Essas legislações alteraram a Consolidação das Leis do Trabalho para promover a inserção, manutenção e evolução das mulheres no mercado de trabalho em condições justas e igualitárias.

    A importância de políticas de compliance de gênero


    A legislação brasileira proíbe a discriminação salarial e de funções com base em gênero, idade, cor ou estado civil. No entanto, práticas discriminatórias persistem no mercado de trabalho, reforçando estereótipos de gênero e perpetuando desigualdades.

    Ana Paula Porto, juíza do trabalho e coordenadora do Comitê Gestor da Igualdade de Gênero, Raça e Diversidade do TRT-13, destaca que “não basta uma legislação moderna se os padrões de comportamento sociais não forem transformados.” Por isso, é fundamental que empresas adotem políticas de Compliance de Gênero, como as oferecidas pela Sandora, para garantir que as mulheres tenham oportunidades iguais e que os empregadores cumpram as leis.

    A luta continua


    Muito foi conquistado, mas a luta pela igualdade de gênero ainda está longe de ser concluída. As mulheres continuam enfrentando desigualdades significativas, especialmente no mercado de trabalho. A implementação de políticas eficazes de combate à discriminação e a promoção de um ambiente de trabalho mais justo e equitativo são passos essenciais para avançarmos rumo a uma sociedade mais igualitária.

    Por esses motivos, a Sandora é uma plataforma que se compromete a combater as desigualdades de gênero, especialmente no ambiente de trabalho.

    Este programa não só é vital para as mulheres, mas também ajuda os empregadores a evitar penalidades e a estar em conformidade com as leis 14.457/23 e 14.611/2023. Proteger seus colaboradores e garantir um ambiente de trabalho seguro e respeitoso é uma responsabilidade que deve ser levada a sério por todos os empregadores.