Como alinhar normas internas às exigências da NR-1 e NR-5
Organizações que desejam cuidar das pessoas e da própria reputação precisam olhar com atenção para normas internas, NR-1 e NR-5. A cada ano, cresce o número de acidentes de trabalho e afastamentos por questões psicossociais, o que intensifica o olhar de auditores e do próprio Ministério Público sobre as práticas das empresas.
Cumprir a legislação não é apenas uma obrigação. Significa proteger vidas, garantir direitos e fortalecer a cultura de prevenção. Dados recentes reforçam essa ideia e mostram por que as Normas Regulamentadoras têm ganhado espaço no dia a dia do RH e dos gestores.
Alinhar as normas internas é um passo para o clima saudável e seguro.
Por que o alinhamento com NR-1 e NR-5 é necessário?
A NR-1 traz disposições gerais sobre saúde e segurança no trabalho. Ela obriga as organizações a identificarem, avaliarem e controlarem riscos ocupacionais. Já a NR-5 trata da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), exigindo participação dos trabalhadores na gestão de riscos.
- Em 2021, o Brasil registrou mais de 570 mil acidentes de trabalho, segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho.
- No ano seguinte, ocorreram 612.920 notificações de acidentes de trabalho e 2.538 mortes relacionadas a essas ocorrências, de acordo com dados do Ministério Público do Trabalho.
Esses números reforçam o papel central do alinhamento normativo para redução de riscos, passivos e danos à imagem corporativa. Adequar as regras internas vai além de apenas copiar textos legais: envolve transformar a experiência real dos trabalhadores.
Primeiros passos no alinhamento das normas internas
O diagnóstico é o início de qualquer transformação. Antes de atualizar políticas, é preciso identificar os processos que já estão em linha com a legislação e aqueles que precisam de ajustes. Empresas que contam com sistemas integrados, como a Sandora, conseguem esse diagnóstico em poucos minutos, reduzindo ruídos e acelerando a tomada de decisão.
Veja um roteiro básico para começar:
- Analisar as políticas internas atuais e listas de procedimentos da organização.
- Comparar os documentos com as exigências da NR‑1 e NR‑5.
- Mapear riscos psicossociais e operacionais de acordo com o setor e porte da empresa.
- Criar um plano de ação para revisão e implantação de mudanças.
Aprender mais sobre a relação entre a NR‑1 e gestão de riscos ajuda a estruturar esse processo de modo prático e assertivo.
O que adaptar nas normas internas?

Entre os principais documentos que precisam de revisão para se alinhar à NR-1 e NR‑5 estão:
- Políticas de saúde e segurança do trabalho claras, especificando papéis e responsabilidades.
- Procedimentos para identificação, avaliação e controle de riscos, considerando também fatores psicossociais.
- Registros de treinamentos obrigatórios, como integração, reciclagem e capacitação de membros da CIPA.
- Canal formal para registro de denúncias e comunicação de incidentes.
- Planos de ação para emergências e incidentes, com fluxos definidos.
Saiba mais sobre o que diz a legislação e quais documentos internos devem ser priorizados no artigo NR-5: o que diz?.
Quais os principais desafios enfrentados pelas empresas?
Muitos gestores relatam dúvidas sobre como transformar regras internas antigas alinhando aos novos requisitos legais. Entraves frequentes são:
- Dificuldade em engajar equipes em treinamentos obrigatórios.
- Resistência cultural para discutir riscos psicossociais e saúde mental.
- Mudanças nos formatos de documentos e registros exigidos por auditorias.
- Falta de tecnologia adequada para automatizar processos de denúncia, controle e monitoramento.
Reportagem da revista Você RH mostra que, em 2024, o Ministério da Previdência Social registrou mais de 472 mil licenças por transtornos mentais, um salto de 68% em relação ao ano anterior. Isso exige protocolos mais claros para gestão de riscos psicossociais e treinamentos regulares, temas que a Sandora abraça em suas soluções.
Como envolver equipes e transformar a cultura?

Promover alinhamento normativo envolve comunicação transparente e definição clara de regras. O setor de RH, junto à liderança, deve liderar momentos educativos, criar campanhas internas e celebrar conquistas nos temas de saúde e segurança.
- Estabelecer treinamentos práticos, focados nos riscos reais do ambiente de trabalho e em situações do cotidiano.
- Fomentar a participação ativa de todos na CIPA, inclusive por mecanismos digitais de eleição e denúncia.
- Instituir um canal de dúvidas e sugestões, seja presencial ou digital, dando retorno às equipes.
- Periodicamente rever as normas internas para incorporar feedback e atualizações legais.
A Sandora, por exemplo, oferece treinamentos certificados, canais de denúncia seguros e atendimento psicológico, fazendo parte desse movimento de transformação cultural nas organizações.
Automação e suporte: como a tecnologia contribui?
Automatizar processos reduz falhas e omissões. Plataformas especializadas permitem:
- Mensurar riscos automaticamente com base em dados reais dos colaboradores.
- Registrar treinamentos e emitir relatórios auditáveis para fiscalizações.
- Criar e atualizar políticas institucionais de forma centralizada e em tempo real.
- Oferecer canais de denúncia anônimos, promovendo ambiente seguro de escuta.
Suporte técnico é decisivo para manter as empresas em conformidade permanente. A Sandora atua exatamente nesse modelo, integrando ferramentas e especialistas para facilitar a adequação e reduzir riscos de multas, prejuízos e danos reputacionais.
Revisão contínua: manter o alinhamento com NR-1 e NR-5
A legislação pode mudar, mas o cuidado com a saúde e segurança das pessoas deve ser constante. Por isso, as empresas precisam:
- Rever políticas e procedimentos sempre que houver mudança legal ou orientação dos órgãos fiscalizadores.
- Promover reciclagens anuais ou sempre que houver atualização relevante.
- Utilizar soluções integradas como as da Sandora para diagnosticar pontos frágeis e reforçar a cultura de prevenção com agilidade.
Além disso, consultar conteúdos que trazem casos práticos, como como aplicar a NR-1, pode ajudar gestores a tomar decisões mais seguras e assertivas.
Normas fortes evitam problemas futuros.
Conclusão
Alinhar normas internas às exigências da NR‑1 e NR‑5 não se resume a atender à lei. É proteger pessoas, sustentar a boa imagem e construir um ambiente saudável, onde todos sentem-se parte da segurança e do cuidado mútuo.
Com suporte de soluções integradas, como as da Sandora, tornar esse processo prático e auditável é possível. A decisão de transformar as regras internas em instrumentos vivos de proteção impacta diretamente na redução de acidentes, passivos e agravos à saúde mental e física.
Agende um diagnóstico gratuito com a Sandora e descubra, em poucos minutos, onde sua empresa pode avançar para criar um ambiente alinhado à legislação e ao bem-estar dos colaboradores.
Perguntas frequentes sobre NR‑1 e NR‑5
O que é a NR‑1?
A NR‑1 é a Norma Regulamentadora que estabelece as disposições gerais sobre saúde e segurança no trabalho no Brasil. Ela traz as diretrizes básicas para que empresas identifiquem, avaliem e controlem riscos ocupacionais, abrangendo também os fatores psicossociais. Sua atualização mais recente exige maior integração entre políticas preventivas e ações práticas nas organizações.
Como atender às exigências da NR-5?
Para cumprir a NR-5, a empresa deve criar e manter a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), garantir eleição democrática dos membros, oferecer treinamentos periódicos e proporcionar meios para que a comissão atue na prevenção de acidentes e doenças. As rotinas precisam incluir controle documental, comunicação ágil e integração com demais políticas internas.
Quais documentos internos devo adaptar?
Os principais documentos que precisam ser atualizados são: políticas de saúde e segurança do trabalho, procedimentos para controle de riscos, registros de treinamentos obrigatórios, canais formais de denúncia e planos de ação para emergências. Esses documentos devem refletir as exigências mais atuais da NR-1 e NR-5 e serem de fácil acesso a todos.
Quem deve participar da CIPA?
A CIPA deve ser composta por representantes dos empregados e do empregador, eleitos e/ou indicados de acordo com o porte e segmento da organização. Todos podem participar das eleições, mas os representantes dos empregados são escolhidos exclusivamente por votação secreta. A participação ativa de diferentes setores contribui para um ambiente mais seguro.
Como manter normas sempre atualizadas?
O recomendado é revisar regularmente as normas internas, principalmente em caso de mudanças legais ou identificação de novos riscos. Ferramentas tecnológicas com atualizações automáticas, como as oferecidas pela Sandora, ajudam na comunicação e implementação rápida das revisões, evitando problemas de conformidade e promovendo um ambiente preventivo constante.
