Como automatizar a mensuração de riscos psicossociais na nr-01
A saúde mental no trabalho se tornou um dos maiores desafios para empresas de todos os portes no Brasil. Segundo dados oficiais, em 2024, o país registrou quase 500 mil afastamentos do trabalho por doenças psicossociais, aumento de 68% em comparação ao ano anterior. A atualização da NR-01 cria um novo cenário: todas as empresas devem, a partir de 26 de maio de 2025, medir riscos psicossociais em seus processos de segurança e saúde (dados oficiais sobre afastamentos e notícia oficial da NR-01).
Automatizar essa mensuração não é só uma facilidade, mas já um passo determinante para a rotina de compliance e prevenção de passivos em ambientes empresariais modernos. Mas como colocar em prática uma automação eficiente, que respeite a legislação e garanta resultados confiáveis? O artigo mostra caminhos, acertos, e cuidados, incorporando experiências de quem já está à frente das soluções, como a Sandora.
O novo papel dos riscos psicossociais nas empresas
Muitas empresas ainda tratam fatores como estresse, assédio ou sobrecarga mental como problemas abstratos. Só que não são mais invisíveis aos olhos da lei. A mudança oficial na NR-01 determina que riscos psicossociais integrem o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de modo padronizado, independente do tamanho do negócio.
Pequenas, médias e grandes empresas estão sujeitas à mesma regra.
Fatores psicossociais incluem desde más condições de trabalho, pressão excessiva por resultados, conflitos interpessoais, até ausência de reconhecimento e casos de assédio moral ou sexual. O impacto é profundo e afeta tanto o clima quanto a produtividade, aumentando riscos de afastamentos e repercussão jurídica. O Ministério do Trabalho afirma que a primeira fase do programa será educativa, com autuações efetivas a partir de maio de 2026.
A Comissão Tripartite Paritária Permanente já destaca o crescimento dos problemas de saúde mental no ambiente de trabalho, com 190 mil benefícios previdenciários em 2022 relacionados a esses riscos (fonte oficial CTPP).
Desafios da mensuração tradicional e a necessidade da automação
O grande problema do formato manual é o tempo, a subjetividade e a chance de falhas. Questionários impressos, entrevistas avulsas ou “caixas de sugestões” não trazem agilidade nem profundidade. Em um cenário em que as empresas precisam auditar processos e comprovar ações, as ferramentas digitais chegaram como solução prática.
A automação permite coletar dados em massa, aplicar métricas padronizadas, gerar relatórios auditáveis e manter registros históricos seguros. O desafio está em escolher ferramentas que de fato cumpram o que a NR-01 pede, e sejam aceitas em auditorias e inspeções oficiais. Empresas como a Sandora, que operam sistemas integrados certificados, já mostram como a jornada da mensuração pode ser bem menos dolorosa.

Principais passos para automatizar a mensuração de riscos psicossociais
A automação desse processo não significa “robotizar pessoas”. Pelo contrário, ela traz clareza, consistência e rastreabilidade, e torna possível agir rápido diante de situações críticas. Veja como empresas têm estruturado esse caminho:
- Mapeamento dos fatores de risco: Com base em diretrizes da NR-01 e recomendações do Ministério do Trabalho, identifique o que precisa ser medido: clima, assédio, estresse, carga mental, relações interpessoais, injustiça organizacional, entre outros.
- Configuração de questionários digitais: Os formulários padrões são enviados automaticamente aos colaboradores, respeitando critérios de anonimato e periodicidade. A tecnologia permite adaptar perguntas conforme setor, localidade e função.
- Coleta automatizada e confidencial: Sistemas coletam as respostas em tempo real, garantindo confidencialidade e auditabilidade. Isso atenúa receios dos colaboradores e aumenta a qualidade dos dados.
- Análise estatística automática: O sistema calcula índices, identifica tendências e padrões de risco, facilitando a priorização de ações preventivas e corretivas, e gerando alertas para gestores e RH.
- Relatórios digitais auditáveis: Os dados geram relatórios completos, prontos para auditorias da Inspeção do Trabalho ou consultas internas. Relatórios podem ser exportados, comparados e apresentados em reuniões de CIPA ou comitês internos.
- Acompanhamento contínuo: Ferramentas inteligentes acompanham a evolução dos indicadores em ciclos regulares, permitindo ajustes dinâmicos em políticas de prevenção.
A Sandora, por exemplo, padroniza o envio, coleta e análise dessas informações em seu sistema integrado, levando o diagnóstico psicossocial ao alcance de qualquer empresa em minutos. O resultado é um controle transparente dos riscos, automatizado e alinhado à NR-01 e suas atualizações.

Cuidados e pontos de atenção ao automatizar
Mesmo automatizando, alguns princípios não podem ser deixados de lado. Sempre busque ferramentas que:
- Possuam certificação de segurança de dados, especialmente para proteger informações sensíveis.
- Assegurem o anonimato real dos respondentes, evitando qualquer possibilidade de retaliação.
- Permitam a configuração dinâmica conforme diferentes setores ou funções da empresa.
- Estem alinhadas com as diretrizes oficiais da NR-01 e demais normas regulamentadoras, como NR-5, NR-17 e Lei 14.457/22.
- Gerem relatórios completos, claros e prontos para inspeções e auditorias, situação que será cada vez mais frequente a partir de 2025.
O processo de automatização envolve tecnologia e gestão, mas também sensibilidade humana. A adoção de soluções como a Sandora garante que, além do atendimento à legislação, a cultura interna seja fortalecida e os riscos de multas, afastamentos e danos à imagem reduzidos (mais sobre riscos psicossociais no trabalho).
Resultados práticos: da teoria à prevenção real
Ao integrar a automação, as empresas conseguem:
- Antecipar crises, identificando os setores mais vulneráveis ou em risco grave.
- Gerar planos de ação com base em dados reais, segmentando medidas conforme o fator de risco identificado.
- Comprovar, em auditorias, todo o histórico de mensuração e gestão dos riscos, reduzindo passivos e protegendo gestores e líderes.
- Demonstrar cuidado efetivo com colaboradores, valorizando o clima organizacional e fortalecendo a marca empregadora.
Automatizar a mensuração, com base em sistemas integrados, torna concreto o que antes era visto apenas como discurso: ambientes mais saudáveis e relações profissionais amparadas pela lei e pelo respeito mútuo.
A Sandora atua de forma customizada em cada etapa, trazendo expertise em legislação e tecnologia para empresas que levam a sério o desafio de cuidar de pessoas e negócios. Para um passo a passo detalhado, vale consultar guias como como mensurar e proteger a empresa e mensuração de riscos psicossociais na NR-1.
Conclusão
A automação da mensuração dos riscos psicossociais, especialmente com o avanço das normas NR-01, não é uma tendência passageira. É um movimento necessário para proteger trabalhadores, negócios e a reputação das empresas. Plataformas como a Sandora facilitam o diagnóstico, a prevenção e a resposta rápida aos problemas internos, cumprindo a lei e trazendo tranquilidade à gestão.
Cuidar dos riscos psicossociais hoje é garantir futuro para o seu negócio. Faça um diagnóstico gratuito com a Sandora e descubra como proteger colaboradores e empresa de maneira prática, segura e adaptada à legislação.
Perguntas frequentes sobre automação de riscos psicossociais na NR-01
O que são riscos psicossociais na NR-01?
Riscos psicossociais, segundo a NR-01, são fatores presentes no ambiente de trabalho que podem afetar a saúde mental e emocional dos trabalhadores. Incluem situações como estresse excessivo, assédio moral, sobrecarga, conflitos interpessoais e falta de reconhecimento. Desde 2025, as empresas precisam identificá-los, avaliá-los e preveni-los de forma estruturada dentro do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Como automatizar a mensuração desses riscos?
Automatizar exige o uso de sistemas digitais para envio, coleta e análise de dados sobre o clima organizacional e fatores psicossociais. Questionários eletrônicos anônimos, painéis de controle que acompanham tendências e relatórios prontos para auditoria são as ferramentas mais comuns. Com tecnologia, é possível padronizar o processo e agir rapidamente sempre que identificado um risco elevado.
Quais ferramentas automatizam riscos psicossociais?
Existem sistemas integrados que enviam pesquisas eletrônicas, analisam automaticamente os resultados, geram métricas e permitem o acompanhamento em tempo real. Ferramentas como as oferecidas pela Sandora combinam canal de denúncias seguro, relatórios auditáveis, treinamentos online e monitoramento de indicadores do clima, integrando todos esses elementos para atender aos requisitos da NR-01.
Vale a pena automatizar a mensuração?
Automatizar traz rapidez, transparência, redução de erros e histórico rastreável, fatores exigidos cada vez mais pela legislação e pelas auditorias. Empresas que automatizam conseguem prevenir afastamentos, reduzir multas e danos trabalhistas, e ainda proteger a saúde mental dos colaboradores de modo mais consistente.
Automatização atende os requisitos da NR-01?
Sim. Desde que o sistema seja estruturado, rastreável, seguro e permita a geração de relatórios, a automação é aceita na fiscalização da NR-01. O monitoramento deve ser contínuo, garantindo que toda evolução dos riscos e das ações de prevenção fique documentada, pronta para inspeções do Ministério do Trabalho.
